Zélia duncan

Borboleta

Zélia duncan
Música é que nem borboleta, ela voa pra onde quer
Ela pousa em quem quiser, não é homem e nem mulher
Música que sai da gaveta, se traveste na voz de alguém
Quando entra dentro da cabeça, não é sua e nem de ninguém

Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe, bater palma com a mão
E quando chegar o refrão, bater com os pés no chão

Se não decorar a letra, pode cantar "na-na-ná-na-nahã"
A melodia pode assoviar, pode até dar um berro pode berrar
Às vezes ela é como um ladrão ou como um convidado trapalhão
Depois que entra não quer mais sair, quer repetir, repetir, repetir

Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe, bater palma com a mão
E quando chegar o refrão, bater com os pés no chão

Verde, branca, azul ou vermelha, também tem música de toda cor
De acalanto, de baile, de amor, de restaurante, de elevador
Música que tem borboleta sai do casulo do alto-falante
Do carrossel e da roda-gigante, pra que você e todo mundo cante

Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe, bater palma com a mão
E quando chegar o refrão, bater com os pés no chão
(2 x este refrão)

Na-na-ná-na-nahã...

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