Ademilde fonseca

Arrasta-pé

Ademilde fonseca
Esta dança no sertão é arrasta-pé
Vamos cair no salão pra vê como é que é

Bem puladinho sacudido e bem jogado
Saltitante pinicado, requebrando sem parar
Bate no chão e deixa a terra estremecer
Oi, que essa gente hoje há de ver quando a poeira levantar

Apaga a luz, eu quero vê subir o pó
Que o nosso forrobodó é bem melhor na escuridão
Pois nessa dança tudo pula e ninguém fala
Procuro o santo da sala
Quem quer dar um beliscão

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