Cemitério

O dia de satã

Cemitério
Uma peste assolou Santana, no México
A solução encontrada, foi um pacto com o Satã
Curados todos foram, não necessitou remédio
Mas não cumpriram o juramento, naquela manhã

Esse dia se tornou o dia de Satã
Todos os anos, os moradores abandonam a cidade
Nesse dia em suas ruas, andam almas condenadas
Sob os olhos de Satã, todas estão acorrentadas

Há quem ousa lá ficar, pra ver no que vai dar
Acham que é uma lenda, que Satã não voltará
Atraídos por anjos caídos eles são
Satã irá queimá-los com a terceira mão

O dia de Satã
O dia de Satã

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