Digeordani

Mão vazia

Digeordani
Mãos vazias
Composição:
Digeordani
E c d

Quando enfio as mãos em meus bolsos
E apalpo a mão vazia
Bate-me a tristeza,
Lembro de quanta opulência eu tinha

Não era muita riqueza
Porém distante da pobreza
Eu me mantinha

Julgava meus companheiros
Que sempre reclamavam a falta de dinheiro
Este mesmo tão faceiro
Afastou-se da minha vida por inteiro
Tentando tomar da minha boca
Palavras de desespero
Desespero que em meu coração já acampa,
Nas noites em minha cama
Toma-me o sono como juros dessa campanha

Ensina-me a andar, o meu olhar mudar
Força meus pensamentos soluções arquitetar
Desprovido de diplomas
Já não espero tantas pompas
Provido de esperanças
Espero novas mudanças

Só não me abalo não
Pois, se com uma caneta
Assinam uma demissão
Ou começam uma guerra sem perdão
Prefiro dar caminhos ao meu coração
Escrevendo palavras de consolação

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