Gravidade zen

Um sujeito estranho

Gravidade zen
Um sujeito estranho
De capa e chapéu preto
Caminha pelas ruas da cidade

Terá ele alguma estória pra contar
Terá ele alguma coisa pra ensinar

A cidade quando acorda com o brilho no ar
E o vento sempre sopra com os pássaros a voar
A cidade quando acorda com o brilho no ar
E o vento sempre sopra com os pássaros a voar

Quantas vezes olho e vejo
Sem nada encontrar
Quantas vezes olho a estrada
E o horizonte a me chamar

É tudo que eu quero alcançar
É tudo que eu posso desejar

A cidade quando acorda com o brilho no ar
E o vento sempre sopra com os pássaros a voar
A cidade quando acorda com o brilho no ar
E o vento sempre sopra com os pássaros a voar

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