Júlia castro

As muitas voltas de lampião

Júlia castro
A resenha tava boa mas eu tenho que partir
Vou-me embora dessa banda
Mas tou sempre por aí
Tou na arte encarnado na cultura popular
Sou a voz e a resistência vendo a EVA desfilar

Sem meias palavras vou me apresentar
Não trema não, pois só vamos conversar
Me chamo Virgulino
O mais temido cangaceiro do sertão
Tá vendo esse chapéu de couro
A carabina, o punhal e o gibão?
Marquei esse reinado
De terra de chão rachado
Sob a luz de um lampião

Fui lá embaixo conhecer o coisa ruim
Mas teve medo d’eu roubar o seu lugar

Não deu conta não de me derrubar

Sem ninguém notar
Eu subi pra ser julgado
Ferrabrás foi enviado, queria me ver queimar
Nossa Senhora, és minha proteção!
Não pude ficar no inferno ou no céu
Voltei nas coisas do sertão

Maria, flor bonita do cangaço
Feito em bonecos de barro
Moldamos o nosso amor

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