Mantre

Rotina

Mantre
Acordou onde nunca mais queria estar
Acendeu o cigarro, tragou para se acalmar
Labirinto infinito, já não se ouve o grito
Na cabeça a dor e o medo ressentido

Se levantou, precisava parar de pensar
Fuga inútil e instável ao mesmo lugar
O destino é finito a liberdade é mito
Na tristeza o horror do afeto esquecido

Viver é ter coragem para seguir em frente
Ser capaz de nunca desistir da vida e sonhar
Sonhar é ter vontade de sentir a mente plena
E sempre insistir na meta e alcançar

Sentiu o peso na verdade iria desmaiar
Pupilas dilatadas, lhe faltava ar
Arco-íris sem brilho, céu sem colorido
A surpresa é uma flor com cheiro esquisito

No espelho sua imagem fez despedaçar
Fragmentos da alma que tentou juntar
A razão é um livro, a vontade um tiro
Ego de um ator a ser aplaudido

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