Marcislene

Asas da esperança

Marcislene
As manchetes dos jornais
Vão mesmo publicar
Em letras garrafais
Que desapareceu da Terra
Um povo diferente

Ninguém foi encontrado
Toda imprensa vai dizer
Não se sabe pra onde
Como, nem porque

Onde está tanta gente?
Vão procurar, porém
Ninguém vai ser achado
Casas faltando parentes
Congestionamentos
Carros sem ninguém

Fábricas paradas
E lojas fechadas
Sem ser feriado
Só quem não conhece a Bíblia
Vai perder o seu tempo
Procurando em vão
Enquanto isso, o povo desaparecido
Já está em Sião

Voa esperança, voa, em tuas asas
Leva-me pra o céu
Se a vida aqui já não está tão boa
Eu quero ir voando me encontrar com Deus
Voa esperança, voa, em direção
De um novo amanhã
Já estou chegando à cidade de ouro
À nova Canaã

E um anjo me levou em espírito e me
Mostrou a grande cidade
A sua luz era Semelhante a uma pedra preciosíssima
E tinha um grande e alto muro, todo de
Jaspe com doze portas, e nas portas
Doze anjos. A cidade era toda de ouro, e
Havia nela o Rio da Água da Vida e, no
Meio da praça, a árvore da vida. Ali não
Há noite, nem luz, nem sol, porque o
Senhor Deus é a própria Luz


Muitos lares vão chorar
Lágrimas de sangue e vão se perguntar
Porque somente a gente
Se a casa da frente vazia ficou?
Sem querer acreditar, correrão pra o templo
E só vão encontrar meia dúzia de gente
Céticos, chorando sua grande dor
Só aí vão se dar conta
Do arrebatamento, um fato tão real

Vão desejar a morte
Do sul para o norte
E a morte estará presa
Vão gritar para os montes
Em total desespero
Caiam sobre nós!
Mas a igreja querida estará na glória
Descansando em paz

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