Digão

A carne mais barata do mercado É a carne negra

Digão
A voz do artista ninguém vai calar
Lá vem Dona Marta, a nossa superstar
Minha Mocidade Unida chegou
Cria do morro eu sou

Raiou o dia
Desço da minha morada e vou batalhar
Com alegria, esperança no meu caminhar
Cheguei pra vencer, pois o limite é o céu
Sou santa marta, valente e guerreira
Meu glamour reluz na passarela
Salve a mulher da favela, salve ela

Arrasta o sofá, sacode a poeira!
Toca o tamborzão, que ela representa
O nosso show não pode parar
Poesia, encanto, música!

Respeito, sai pra lá, preconceito
Vem de negritude o som a ecoar
Somos resistência popular!
Poderosa mulher
A noite caiu, tua hora chegou
Lutar não é fácil, mas você se superou
E hoje está aqui
O povo de pé aplaude
Orgulho da comunidade
Que canta forte, do sonho a realidade

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