fui eu quem cruzou o rio,
a ponte sobre o lilás.
e, se acaso o acaso é vazio,
vazio o infinito está.
e se das margens desta ilha
surgisse algum cão
numa armadilha,
sua mordida matará.
acaso fostes mel, fostes doçura?
e eu me encontro em ventania
nos arredores do pudor
que me achega.
e não sei
se tomo o trem-bala,
derrubo o rei
e a realeza.
A meu coração gentil,
Fidelíssimo, imagem e ação,
Uma princesa,
qualquer confeite
bastará.
e as leis da física
que me constroem
se tornam impuras
para existir
distante ali
em megabytes.
e temo, como um leão,
que se repita
qualquer tristeza.
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