Carranza!

O homem que engoliu o sol / aurora da saudade

Carranza!
O corpo do homem está em chamas
E o homem clama, me deixe viver, me deixe vencer
Me deixe mostrar, porque eu preciso ser
E havia um homem que cantava só
Que vivia em chamas e engoliu o Sol
Disperso e só, cuspiu o mundo
E morreu em pó

E havia uma lenda que contavam os avós
Do homem que engoliu o Sol
E cuspiu de novo, do corpo um esboço
Do homem que engoliu o Sol

O corpo do homem está em chamas
E o homem clama, me deixe viver, me deixe vencer
Me deixe mostrar, pois eu preciso ser
E havia um homem que cantava só
Que vivia em chamas e engoliu o Sol
Disperso e só, cuspiu o mundo
E morreu em pó

E havia uma lenda que contavam os avós
Do homem que engoliu o Sol
E cuspiu de novo, do corpo um esboço
Do homem que engoliu o Sol

Aurora da saudade, o amanhecer da verdade
Num chão de terra seca e sangue pisado
Encarnam histórias, de lágrimas, sangue, verdades e glórias
E sob o calçamento, embaixo de lixo e cimento
Pode ser, pode ver, pode amanhecer
Pode vir a ser, aurora da saudade

E o que é que aconteceu? O homem desapareceu
Porque não tinha fome pra engolir a arrogância do mundo
E a cada segundo, vários velhos homens, filhos, netos e pais
Vão tentar descrever o que foi esperar pra ver amanhecer
Aurora da saudade!

E havia uma lenda que contavam os avós
Do homem que engoliu o Sol
E cuspiu de novo, do corpo um esboço
Do homem que engoliu o Sol

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