Veia sônica

Uma vez em sampa

Veia sônica
A cidade se apressa em sua rapidez, sua fluidez caótica
No céu um espetáculo de tons gris e ninguém olha
A boca da cidade tem mil línguas e todos os sotaques
A multidão se cala e evita os olhares
E o que se nota é que tua beleza cega
Quem muito te olha, não te enxerga

Mas não um estrangeiro como eu, como eu
Mas não um estrangeiro como eu, como eu
Mas não um estrangeiro como eu

Que sente essa loucura, enlouquece e a incorpora no coração
Que vê a diversidade, se apaixona e se acha parte da multidão
Dessa cidade que tem todos os lugares
Dessa cidade que tem todos os lugares
E o que se nota é que tua beleza cega
Quem muito te olha, não te enxerga

Mas não um estrangeiro como eu, como eu
Mas não um estrangeiro como eu, como eu
Mas não um estrangeiro como eu

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